quinta-feira, junho 29, 2006

Duas medidas

Essa história de diversos navegadores é bastante irritante quando se tenta acertar o layout do blog. Algumas coisas ficam bem no explorer, mas no mozilla - mais seguro - não. No safari a coisa parece mais uniforme, mas não é muito utilizado...
Fiquei tentando acertar o podcast de um jeito aceitável para qualquer navegador, mas é difícil...

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Fuçando em umas ferramentas novas do yahoo, dei uma olhada num tal de yahoo respostas. Teoricamente é um lugar em que você faz uma pergunta qualquer e as pessoas respondem. Como se pode imaginar, as perguntas são as mais variadas e mesmo absurdas. Uma me chamou a atenção, por estar na sessão "antropologia". Era algo como "se Deus criou o homem à sua imagem, como ele veio do macaco?"
O interessante é que já me fizeram essa pergunta ou variações dela algumas vezes. "Ah, você estuda antropologia? O homem veio de Adão ou Darwin estava certo?"
Diante da minha evidente incredulidade e dificuldade em desfazer a falácia argumentativa, devem pensar "mas para que raios serve essa tal de antropologia afinal?"
As respostas, no site, também são incríveis. Algumas como "esse negócio de evolução é besteira. Se o homem evoluiu realmente do macado, todos os macacos hoje seriam homens e não existiriam mais macacos". Ou "Darwin disse que o homem é um resultado de metamorfoses do macaco". E por aí vai, ao melhor estilo tostines (e na pior utilização da língua portuguesa).
Ao invés de achar que essas coisas servem para dar risada (no estilo daquelas listinhas de pérolas do vestibular que circulam por mail ou que o tonto do Jô Soares ridiculariza em seu programa - se achando o máximo), fico intrigado (e um pouco preocupado) com o tipo de informação e que premissas são aceitas por aí e utilizadas argumentativamente. O paradigma de discussão é tão diferente que fica até difícil empreender um diálogo.
Mesmo sendo algo senso comum dizer, realmente vivemos em uma bolha acadêmica. O mundo é muito estranho.

segunda-feira, junho 26, 2006

Admirável mundo novo

Depois de descobrir o rapidshare (gentem, já baixei coisas maravilhosas! Praise the neighbor!), comecei a tentar entender como funciona o mundo mac! Como é divertido! Só que anos e anos de ditadura microsoft cobraram seu preço - estou apanhando um pouco... quase que reaprendendo como interargir com o computador (bem, isso é um pouco exagerado!).
Comecei a montar meu website da maçã. Coloquei o link aí do lado. Debaixo da pêrinha. Por enquanto está em fase experimental, então, por favor, dêem um desconto, ok?!
Vou tentar montar algo legal com som e imagem, mas até lá ficam umas dicas musicais...

Feedback is welcomed!

domingo, junho 25, 2006

Dois em um

Dois aniversários hoje!!
Aniversário de um ano do flushbacks (puxa, os primeiros posts já começam a dar a sensação de flushbacks...) e aniversário de 7 anos com a Dani!!
Sete anos... não é para me gabar, mas... ah, vou me gabar sim!! Conheço muitos pais de conhecidos que não estão juntos há tanto tempo! Somos foda!
Bodas de algodão para o primeiro e de lã para o segundo (é, fui procurar! Muito engraçada essa classificação matrimonial. Ela só segue mais ou menos uma ordem de valor dos materiais).
Agora, o incrível mesmo é o flushbacks ter durado tanto! Achei que ia desistir rapidinho... Haja besteira pra contar...
E já que o assunto é natalício, o filho de uma amiga minha nasceu!! Mais um filho de amigos!! Minha mãe já começa a me olhar com um misto de esperança, repreensão e desesperança. Um herdeiro lispectoriano virá eventualmente (sim, sou careta e conservador!), mas por enquanto me contento com as crias felinas de casa. Ração, água, escova e uma caixa de areia deixam a coisa paternal tão mais tranquila...

sábado, junho 24, 2006

Novos horizontes

Descobri o maravilhoso mundo do rapidshare!! Sei lá, devo estar super atrasado nessa, mas nunca é tarde para começar, não?!
Ainda não encontrei a porta de entrada ideal da rede de blogs que prestam este maravilhoso serviço e fornecem os links para outros blogs, mas agora é só fuçar. E tem de tudo - você amante do free share e do copyleft - desde as musiquinhas (agrupadas sempre em disco), até filmes, livros, quadrinhos digitalizados e besteiras afins! Quanto é um terabyte, meu Deus?!
Quem sabe depois que eu manjar um pouco mais não coloco uns links?! Porque tem muitos blogs que juntam sertanejo com doom...
Agora que eu tenho internet de graça aqui em casa... descobri que um vizinho instalou um airport e não colocou senha!!
E depois mostrarei também meus progressos em podcasts e outras tecnologias da maçã! Ainda está tudo muito novo (estou apanhando da acentuacão, por exemplo), mas aos poucos... já fiz até um comic book!!

quinta-feira, junho 22, 2006

Mensagens de Morfeu

Mexendo numa pedra, perdida no jardim, uma picada.
"Catzo! Uma aranha me picou!"
"Deixa ver... hum, não é nada. Nem dá para ver."
"Mas é daquelas picadas de bicho pequeno com veneno forte! Pode dar gangrena!"
"Como você sabe?"
"Já começou a coçar."
Ao olhar para o chão, no lugar onde havia instintivamente jogado o aracnídeo com a palma da outra mão, tão logo sentira o ardor e vira sua causa, eis que aparece a responsável pela mordida. Cinza, quase marrom, não mais que um centímetro de tamanho, tenta se abrigar novamente, vingada pela violação de seu descanso.
"Ah não, é uma daquelas aranhas do campo!"
"São perigosas?"
"São. Ainda mais essa, que é de 1981! Ela é velha e o veneno está concentrado!"

quarta-feira, junho 21, 2006

Salve a seleção!

Vamos todos juntos, pra frente Brasil! Salve a seleção!

Bom, já que estamos na copa, falo rapidinho sobre o que todo mundo está falando: esse time do Brasil vai ou não vai?
Pois é, a discussão parece girar em torno de um ponto: o Parreira é teimoso mesmo, ou ele está certo em manter o time do jeito que está e deixar um time já consolidado? Ou ainda: ele é teimoso, está errado, mas o Brasil pode ganhar e todo mundo esquecer que ele é teimoso? Quando o consolidado vira ultrapassado? É justo só julgar a posteriori?
Falo meio que o óbvio e o batido (o mantra Parreira teimoso é clássico), mas é verdade! Acho que o cara é um treinador normal, como muitos que existem por aí. Mas dirigir a seleção brasileira rende mais vitórias, evidentemente.
Pessoalmente não teria convocado vários jogadores. Não teria nem deixado no banco. Mas enfim, depois de um tempinho dá para ver que o que conta lá é o tal "mas ele tem história, tem que manter porque de uma hora para outra ele pode desequilibrar". O que eu acho uma tremenda besteira, já que parte da premissa do passado de sucesso. O técnico da Argentina, o da Alemanha, o da Espanha e técnicos de outras seleções tiraram uns carinhas cristalizados e ouviram um monte, mas em compensação ninguém está decepcionado por enquanto...
Agora, no Brasil, ficam uns intocáveis (e nem são hindus) buscando recorde de gols, recorde de partidas, recorde de sei lá o que mais... se nome garante alguma coisa, que ponham o Pelé!
Mas, enfim, assisti o comentário do Jabor na Globo e gostei demais. O cara é chato, fala muita besteira, mas às vezes é engraçadíssimo! E muitas vezes pega na raiz da questão. A seleção, para ele, periga virar o spa do Ronaldo - deslumbrado. E todo mundo fica preocupado com umas coisas... que tenha a Santa paciência! "Ah, será que ele se recuperou da dor de cabeça? E a bolha? E o peso, e a pressão psicológica, e..." Além de spa, a seleção vira divã de análise. Vai resolver seus problemas antes da copa e não enche, saco!
Ele conclui: de repente o Brasil perde, mas todo mundo vai poder dizer: "ah, pelo menos ele teve alta".

sexta-feira, junho 16, 2006

Goiânia 90210

Novidades do planalto central!
Apresentei - e foi muito bom! Por incrível que pareça não estava tendo algum ataque e não precisei de oxigênio ou de um Serenus! O GT todo foi muito proveitoso (como seria de se esperar dada a organizadora) e, fora um simpósio sobre Museus (que tinha tudo para ser bom), gostei de tudo que assisti!
Mas, como é corrente no meio, o melhor são os bastidores, os contatos, as novidades! E não faltaram as maluquices e o entretenimento que só antropólogos em bando conseguem proporcionar...
Pena que não deu para conhecer quase nada da capital goiânia... só um hotel trash e umas baratas gigantes (seria efeito césio?). Em compensação encontrei (exemplo da kitnet que é o mundo) um primo germânico de x grau. Sua namorada é antropóloga! Veja só.
Putz, que déjà vu!

E agora tenho novo filho, ainda sem nome...

sábado, junho 10, 2006

O chifre acerado da vida

Dentro em pouco viajo para falar sobre trajetória; sobre biografia. O autor é personagem e é narrador de si, mas também de seus pares - à medida que se escreve, e pode ser lido, tem interlocução.
Tendo isso em mente, publico aqui um textinho, escrito em outras bandas, em outro momento, com outro nome, em outro contexto. Ele foi inspirado na autobiografia de Leiris. É dito que esta tem intenção sociológica, ainda que feita por um antropólogo, e que tem problemas não resolvidos com a literatura. Isso porque tem intenção explicativa generalizante. Como falar de si sinceramente? Como lidar com a criação na expressão? O que o discurso de si traz deste indivíduo ou do social?
Para Leiris é o risco - real - que sofre o autor a maneira pela qual toda a beleza da palavra transcende de certa forma a literatura. Minimizar o retoque da narrativa voltada para dentro (ainda que feita para fora) com a navalha da confissão.
Pessoalmente não sei se isso é possível. Quer dizer, a romantização da autobiografia, a criação, a construção de sentido para o que é narrado, para o conjunto das coisas narradas - isso parece certo. Afinal, contar a lembrança já implica certa escolha e uma estilização de seu relato.
De qualquer forma, que beleza de criação sobre a possibilidade de uma catarse sincera!
Sem mais, coloco o texto, com algumas imagens bem a propósito:

A confissão da palavra


Tem daquelas teorias do entendimento das coisas que ficam na cabeça mas nunca são de fato formuladas para outrem (ou para si mesmo em forma de raciocínio concreto).
Uma delas é sobre do que são feitas as pessoas. Não digo materialmente. Átomos, células, órgãos ou éter (o tal do espírito). Penso em algo menos definível e mais esotérico - na falta de uma palavra melhor.
Nessas horas um exemplo é melhor que uma explicação: existem as pessoas que pensam em significados sobrepostos e as que julgam os atos. Existem as pessoas que justificam as corridas de touro e as que as condenam.
Não porque umas são sádicas ou então poéticas e outras porque são sensíveis mas ingênuas. É quase como se algumas fossem claustrofóbicas e outras não, sem qualquer motivo aparente. Elas podem entender os argumentos expostos pelo outro lado e mesmo assim, ao final, não concordar. Entretanto, alguns pensamentos podem ajudar a caminhar neste pântano do relativismo. Aqui, mais para mim.

Sim, há o sangue. O touro é quase sempre morto depois de espetado e ludibriado por certo tempo em uma arena. Mas há o ritual, há o simbólico envolvendo toureiro, multidão e touro. Uma certa cumplicidade, nem sempre clara, de uma encenação que busca superar o simples ato daquele espetáculo (se tem sucesso ou não, é outra história). Encenação que se quer atemporal e humana, no sentido mais abrangente da palavra. A dança de signos, símbolos e significados, conscientes ou não, mitologizados e partilhados, é riquíssima em uma tourada.


Demorei um pouco para visualizar exatamente esse universo quase semântico do embate entre animal e homem. Melhor dizendo, sentir. Já que entre o discurso e a experiência, há o mundo (e a maioria dos mal-entendidos).
Resta, na pior das hipóteses, torcer para o touro. Sim, porque a magnitude do acontecimento se deve à existência do risco. O toureiro pode ser atingido. O desenlace da trama não é absolutamente definida. A única coisa que deve sempre existir é a ameaça. A própria hexis corporal do toureiro - sua postura, suas passadas e o enfrentamento da investida - devem maximizar o risco e embelezar a dança com tons macabros e quase tétricos. Tanatos em valsa com Afrodite sob os aplausos, flores, cheiros, gritos e coros de olés.

Em suas confissões, Leiris, que além de tauromatólogo foi também antropólogo, mostra sua preocupação com o poder da foice na expressão artística. Queria que a palavra tivesse a mesma sinceridade de espírito que o ato do toureiro. Afinal, onde está o risco, na escrita, que enfrentam os homens na plaza? O risco que ultrapassa o estético, que confere valor e realidade material à arte, pois significa perigo real em forma de um par de cornos em rota de colisão. A regra que segue o toureiro é transmutada ao escritor e sua arma não é a espada mas a confissão. O compromisso de se desnudar, causar constrangimentos a si e aos que ama.
Mas mesmo Leiris admitiria que a platéia moral que controla a performance do toureiro não é a mesma platéia do escritor. Também sabe que ambos são impulsionados por um desejo narcisístico de ver a si ao olhar introspectivamente. Desejo, também, de absolvisão. Desnudar-se, mas de maneira e técnica corretas, para que fossem criados, pela empatia, cúmplices entre os espectadores. Pessoas que compreendessem e, se possível, admirassem.
Chego sem seguir a fundo a lição de Leiris, pois vim para confessar sem a censura dos conhecidos. Ainda sim, me conforta a sensação de expor. Menos digerir do que vomitar. E, no final, o "chifre acerado" pode atingir seu alvo, afinal de contas.


(Picassos e Manets)

quarta-feira, junho 07, 2006

Momento musical

Tomando o exemplo do blog da Paula, contemporâneo deste aqui (é, o meu vai fazer 1 ano também logo, logo), dou uma paradinha para umas dicas musicais. Coisas que ando ouvindo ultimamente, em uma fase mais introspectiva (e talvez alternativa? Para usar essa palavrinha tão esvaziada...).
São discos de bandas muito boas e, de maneira geral, fora do mainstream sonoro. Muitas fizeram (sem o reconhecimento ou a recompensa pecuniária) o que outros grupos fizeram tempos depois, ou estão fazendo somente hoje.
Vai lá então:

Wire. Putz, essa é demais! Os caras surgiram no auge do punk na Inglaterra, mas mesmo naquela época faziam um punk diferente. Desde a década de 70 colocaram eletrônico, experimentações estranhas e de um disco para outro muda tudo (mas com coerência, se você me entente)! Qualquer disco é excelente. Mas ficam as dicas para Pink Flag (o primeiro) e Send (o último). Vai do punk ao industrial tipo Ministry (passando por um guitar eletrônico do tipo Joy Division ou New Order). Suede e Elastica? Seus filhotes, como muita coisa mais também.

Mr. Bungle. O que dizer desses caras? Coisa estranhíssima e bizarra do underground americano e que virou um tanto quanto cult hoje em dia. Vai o manjado Disco Volante. Não gosta de Fantomas? Talvez goste de Mr. Bungle.

Television. Estava em NY na mesma época de Ramones, Black Flag e outras cositas. Mas é diferente. Tem alguma coisa de jazz, acredito, que produz um efeito muito engraçado. Umas guitarrinhas bem singulares. Um disco? Marquee Moon.

Gang of Four. Ingleses (esses pra fazer carro, cerveja e música...) também da década de 70. Mas um pós-punk com algum sintetizador, um pouco de guitar que viria a ser a marca registrada da maioria das bandas de rock inglesas dos anos 80. É melancólico, mas também pode ser empolgante. Cadenciado e soturno, mas também experimental. Fica aí o ótimo Entertainment! como dica.

Meat Puppets. Nirvana é inovador? Visceral? É, pode ser. Mas eles são um desenvolvimento natural do som desses caras aqui. Que, não me entandam mal, era totalmente diferente. Tem muito blues e country com o punk hardcore. Meat Puppets II é excelente.

Minutemen. Às vezes acho que eles são o Kraftwerk do rock. Mas também, como as bandas que falei antes (o que aliás, é uma das coisas que eu mais gosto delas), nada convencional e difícil de categorizar. Algumas horas lembra Sonic Youth, outras Husker Dü... Muito foda. Jazz, funk e blues com punk. Indie total e com uma história estranha também. Disco? Double Nickels on the Dime.

Blondie. Ah, que falar de Blondie? Ao contrário de Patti Smith ou Joan Jett, que ficaram mais no rock/ pós-punk mesmo, Blondie é tudo de bom! É punk, mas é disco. É o tal do new wave. NY de 70, também. Essas mulheres do rock... Pequena curiosidade: sabiam que Debbie Harry foi coelhinha da playboy... antes de cantar? Parallel Lines na cabeça.

Por enquanto fico por aqui. Depois dou mais umas dicas de barulhos bacanas...

terça-feira, junho 06, 2006

Man at work

Já tenho bastante trabalho para os próximos meses! Combinei de formar 3 grupos de estudo com alguns amigos (um sobre Mary Douglas; outro sobre economia primitiva e aspectos antropológicos acerca da posse da terra desde Malinowski; e outro sobre Bourdieu)! Cada projeto com o potencial de quebrar a cabeça bonito... mas tudo muito interessante e instigante. Estou animado!
Hoje também, face a possibilidade de greve, fui para a unicamp fazer tudo o que precisava na biblioteca e imprimir os textos dos GTs para ler e estudar. A impressora no CPD estava com problemas (para variar). Então, depois que eu mandei imprimir os artigos, fiquei numa fila de várias pessoas esperando algum funcionário resolver dar uma mão. Ficou uma montanha virtual de textos pendentes, já que chegou a época dos trabalhos das disciplinas.
Eu lá, junto com mais umas 10 pessoas, esperando. E quando começou a vir meu calhamaço devo ter sido odiado: foram quase 300 páginas!! Não parava de sair folhinhas! "Esse é seu? Esse também? Ainda é seu?" É, quase tudo de projetos para do meu GT. E como ainda tenho que preparar minha apresentação... crau.
Depois dei uma passada na feira de livros no Ciclo Básico. Comprei Júlia ou a Nova Heloísa do Rousseau, uma encomenda da Dani e o método Blaue Blume! So, anfänge mein deutsche projekt!
Tudo isso, somado ao meu atraso no primeiro capítulo, vai me manter ocupado por um tempinho...

Mas como nem tudo é muito trabalho e pouca diversão... terminei de assistir Lost!! Putz, como é legal esse seriado! A melhor coisa que eu já vi em tv com certeza! O foda é esperar alguns meses para saber o que vai rolar.

sexta-feira, junho 02, 2006

Time out

Recesso de alguns dias!
É, depois de ter passado nervoso com o tal do concurso ("privilegiará a capacidade de raciocínio do candidato, não será requerida a simples memorização de informações", sei...), perdido tempo e neurônios estudando para isso, rachei a cuca para terminar o texto da ABA.
Deu tempo, e ainda que quisesse ter feito algumas coisinhas a mais, até que gostei do resultado. Já é um esboço do meu primeiro capítulo também, e isso é legal. Este está atrasado, mas poderá ter algumas contribuições interessantes em Goiânia. Pelo menos é o que espero...

Mais novidades sobre a novela hidráulica de minha morada. Mais dinheiro para desembolsar também, claro. Cenas dos próximos episódios: caos e quebradeira; barulho e fuga para a casa materna.

Esperanças também para a vinda de um novo abufalia! Esse de outra raça (na verdade é uma fruta), muito mais cool e menos propensa a dar pepinos e a contrair vírus perigosos.

Por uns dias vai ser cerveja, pôker e Lost!!